2013-06-08

Que é Feito da Coordenadora da PJ Ana Paula Matos?


Actualização em: 18-12-2014


"Tropecei" nesta notícia no Facebook e depois procurando encontrei-a:

Conhecida pelos resultados, ávida em 'fazer presos', Ana Paula fez também fama de não olhar a meios. A ex-coordenadora da PJ estava foragida há cinco anos, depois de ter sido condenada por desviar 96 mil euros apreendidos.

A mulher foi agora presa no Brasil e aguarda extradição, já que lhe faltam sete anos e meio de cadeia para cumprir em Portugal.


Ler mais em: http://cmtv.sapo.pt/atualidade/detalhe/ex-coordenadora-da-pj-presa-no-brasil.html

Sem comentários... Ou talvez não; apenas um... Eu acho que está próximo, muito próximo, o fim dessa escumalha maldita; o fim que merecem e "pedem" há muito. Que este episódio contribua muito. Todas as ajudas são necessárias e bem-vindas.

Segue-se o texto publicado inicialmente Aqui:



Este é um comentário deixado na mensagem mesmo aqui em baixo

Anónimo disse...

E lá enterraram a Inspectora Ana Paula Matos... Mas quem se lembraria de roubar dinheiro apreendido de droga, DEPOIS de ser registado? 

Nem um mau escritor de Hollywood daria credibilidade a essa ideia.
Consigo imaginar um julgamento de pressupostos, sem ilegalidades de prova devido à sua ausência.. 

Lembro-me de um insigne desembargador, há muito, muito pouco tempo; "... Os tribunais não se podem agarrar à legalidade da prova..."


Pois... É o que eu penso também...


Uma foto do meu "Lírio da Paz" dedicada a Ana Paula...

O que se segue é um extracto dum escrito que tenho em mãos e que não vou identificar nem a proveniência nem o destino:

1  – No mesmo documento, publicado inicialmente em 2003, pode ler-se também: “Ana Paula recebeu “ordens” para “esquecer o sujeito” (...)  Foi afastada da Brigada e “posta na prateleira”.  
E, numa notícia também publicada online, comdata de Maio de 2006: “O TELEFONE PRIVADO da inspectora-chefe da Polícia Judiciária, Ana Paula Matos, foi colocado sob escuta no âmbito do processo Casa Pia (...) com base numa denúncia feita por uma mulher (alegadamente ligada ao mundo da prostituição) ao inspector da PJ, Dias André, que mantém um conflito pessoal com a sua colega Ana Paula há vários anos”.

2  – Em 2007 (4 anos depois da publicação do documento referido acima) é publicada uma notícia, primeiro como Exclusivo do Correio da manhã e depois em vários outros jornais que afirma:
Um dossier explosivo, destinado à Procuradoria-Geral da República e a que o CM teve acesso, descreve práticas ilegais e dezenas de crimes cometidos por responsáveis no combate ao tráfico de droga da Polícia Judiciária ao longo dos anos (...) O autor da denúncia, que diz ser “inspector da DCITE”, nomeia e acusa 27 colegas por corrupção e envolvimento no tráfico e identifica as 27 embarcações que fazem transporte de droga na costa, com conivência da PJ”. 

3 – Nessa mesma notícia, em 2007, diz-se: “No dia 25 de Julho, data em que foi detida a ex-coordenadora Ana Paula Matos – a principal suspeita do desvio de dinheiro ficou em prisão preventiva (...)

4 – Em notícia datada de 2009/04/01: “A antiga inspectora coordenadora da Polícia Judiciária, Ana Paula da Costa Matos, foi hoje condenada (...) a sete anos e meio de prisão por quatro crimes de peculato. (...) A antiga coordenadora da Direcção Central de Investigação ao Tráfico de Estupefacientes (DCITE) da PJ já cumpriu três meses de prisão preventiva, numa instituição psiquiátrica.

5 – Lendo, com atenção, as notícias sobre este caso (da Inspectora Coordenadora da PJ, Ana Paula Matos), encontram-se várias contradições e absurdos que permitem concluir que está inocente, que não roubou nada (até porque, se quisesse fazê-lo, podia e certamente teria usado os mesmos métodos descritos no documento referido em 2 e ninguém dava por nada, não haveria documentos, não faltava nada...) e nem se afigura que seja pessoa para fazer tal coisa porque,

6 – Apesar do tom invariavelmente provocatório das notícias, com mentiras de permeio como é hábito, ainda assim, numa delas os inspectores da PJ que trabalharam com Ana Paula dizem dela: “. “Trabalha 16 horas por dia e a PJ corre-lhe no sangue”, empenhada em resolver “os problemas na ânsia de resultados”. Todos a descrevem como uma “óptima polícia” e ““É da velha escola, dura. E trabalha no arame com suspeitos e informadores, mas nunca o fez em proveito próprio.”

7 – Tudo indica (o que se especifica e outros factos que se omitem para não alongar demais) que Ana Paula foi transferida para a DCITE, 8 meses antes de ter sido acusada e presa, premeditadamente para lhe ser montada esta cilada. Desconheço se Ana Paula está presa ou não, porque não encontrei notícias do resultado do Recurso que a sua advogada anunciou, cujo decisão se dizia que aguardaria em liberdade. Mas sei, POR EXPERIÊNCIA PRÓPRIA, que uma mulher com o perfil que os seus colegas lhe traçam, sujeita a uma situação destas, fica num sofrimento atroz, destruída psicologicamente independentemente do resultado de recursos. Aliás, as notícias falam de internamento em estabelecimento psiquiátrico e de tentativa de suicídio (em tom de achincalhamento como é costume).

8 – O pior é  ter a sensação de que, tal como no meu caso, Ana Paula é “vítima” da sua integridade intelectual, da sua honestidade e da sua competência; é vítima da perseguição de Dias André (e das suas misteriosas e perversas influências e favorecimentos em todo o aparelho judicial e policial) e pode muito bem ter sido “tramada” devido aos escritos que apareceram na Net , acima referidos, quer porque falam dela quer porque se suspeite que tenha alguma coisa que ver com a sua autoria... tal como no meu caso (porque falei deles e porque até fui acusada da sua autoria).


Este texto é para agradecer o amável convite de "NoSilence" para colaborar neste blogue que tem estado "inactivo" por impedimento do autor




2010-10-10

Actualização

Agora, mais do que nunca, chama-se a atenção para


RELATÓRIO DO GOVD

Para perguntar o que foi feito para pôr cobro à situação infâmia em que o País se encontra, resultante destas situações pérfidas e aberrantes, que nos destroem como sociedade e como País.

A escabrosa sentença do Processo Casa Pia veio demonstrar a premência da necessária E IDÓNEA investigação desta questão (E DOUTRAS COM ELA RELACIONADAS...) mas as nossas excelsas instituições e os seus titulares, assobiam para o lado, covardemente, pensando que podem continuar a merecer a consideração dos cidadãos... Enganam-se!

2006-05-23

Descubra as diferenças!

O desafio é que o leitor descubra as diferenças, no que concerne aos factos descritos, entre este texto...

e este que a seguir se transcreve:

"Investigação 33 - MP colocou inspectora-chefe da PJ sob escuta

O TELEFONE PRIVADO da inspectora-chefe da Polícia Judiciária, Ana Paula Matos, foi colocado sob escuta no âmbito do processo Casa Pia, por ordem do Ministério Público e do juiz Rui Teixeira, incidente que poderá levantar uma forte onda de indignação no seio da Polícia Judiciária.
A escuta foi pedida pelo inspector Dias André e pelo procurador João Guerra, e foi ordenada pelo juiz Rui Teixeira, tendo unicamente como base uma denúncia feita por uma mulher (alegadamente ligada ao mundo da prostituição) ao inspector da PJ, Dias André, que mantém um conflito pessoal com a sua colega Ana Paula há vários anos. O episódio assume à primeira vista contornos de vendetta pessoal, mas uma análise mais cuidada mostra-nos uma outra realidade, em que parece haver uma acção concertada em aniquilar qualquer crítica à forma como foi conduzida a investigação e recolha de provas no processo da Casa Pia. O conflito entre Dias André, Rosa Mota e a sua colega Ana Paula data de há uns sete anos. Em 1997 e 1998, Ana Paula e os seus colegas fizeram um levantamento exaustivo de jovens e crianças que se dedicavam à prostituição no Parque Eduardo VII, Rossio e Príncipe Real, em Lisboa, tendo organizado um ficheiro de arrumadores e arrebentas, com cerca de 800 fichas. Mais de metade eram de prostitutos, muitos dos quais tinha iniciado a actividade aos 10, 11 e 12 anos. Muitos deles eram casapianos. Em cada uma destas fichas constava o nome do jovem, apelido, morada e traços físicos. No verso da ficha, uma fotografia do jovem, tirada nas instalações da PJ, no segundo andar, junto a uma porta, mesmo ao lado do gabinete da inspectora Rosa Mota, que chefiava a secção de Ana Paula.

Também o SIS se interessou pelo assunto, justificando-se isso com uma tese que apontava para a «existência de um lóbi homossexual, suprapartidário e suprareligioso, acima do Opus Dei e da maçonaria, que teria como fio condutor as suas ligações homossexuais e, em alguns casos, até pedófilas. Este lóbi tinha uma força real ao nível político e económico sendo que as suas acções com crianças, passíveis de serem alvo de extorsão, podiam colocar em causa a segurança nacional» -- segundo fonte próxima dos Serviços de Informações.

Parte da informação recolhida pelo SIS teve como fonte a PJ, nomeadamente este ficheiro organizado e compilado pela secção de Ana Paula, dirigida por Rosa Mota, hoje destacada para o processo Casa Pia juntamente com os inspectores Dias André, José Alcino e Fernando Baptista.

Por essa altura, em 31 de Março de 1998, a inspectora-chefe Ana Paula recebe uma chamada de uma mulher que denunciava a existência de um grupo de assaltantes, prostitutos e chantagistas que actuavam no Parque Eduardo VII, chefiados por um tal João Alves. Do grupo faria parte o seu filho Rui[zinho], casapiano, na altura com uns 12 ou 13 anos de idade, mas já assaltando de arma em punho.

Bastaram poucos dias para os agentes da PJ descobrirem a identidade da mulher, uma alegada prostituta chamada Antónia, que, segundo uma testemunha, mantivera relações com João Alves, o chefe do gang a que o filho pertencia e que ela agora denunciava, porventura motivada por vinganças pessoais.

Desse gang do Parque fazia parte também um outro jovem com alcunha de Piriquito, também ele casapiano, tido como prostituto “de gente muito importante, políticos de direita” – segundo vários frequentadores do Parque. Mas a questão nunca foi cabalmente investigada pelo MP, que decidiu apressadamente arquivar partes do processo do Parque, que poderiam descobrir uma verdadeira rede de abusos sexuais a menores.

Nessa altura, o procurador do MP era um tal João Ramos que, curiosamente, foi a quem Rosa Mota enviou o actual processo da Casa Pia, em Novembro de 2002, alguns dias mais tarde entregue a João Guerra.

Este procurador João Ramos, conhecido nos meios gay de Lisboa, decidiu na altura do processo do Parque o arquivamento dos autos relativos a crimes de abusos sexuais, avançando exclusivamente com as acusações por roubo. Ana Paula e os seus colegas conseguiam desmembrar o gang do Parque, mas não logravam que se investigassem a fundo os abusos sexuais a menores e redes de extorsão.

Também Rosa Mota fizera-lhe saber que não queria que se metesse nesse tipo de investigação. As relações azedam-se.

Ainda investigavam este processo quando, em Novembro de 1998, a inspectora Ana Paula foi afastada da sua secção. «De repente começaram a surgir processos contra ela, até que foi afastada», conta-nos um operacional que trabalhara a seu lado. «Um seu superior chegaria mesmo a dizer-lhe que a melhor forma de a proteger era afastá-la dali o mais depressa possível», refere-nos a mesma fonte.

Três dias depois de Ana Paula sair, no dia 21 de Novembro, entra Dias André, que se iniciara na PJ como motorista. A partir desse momento, seria ele a dirigir a brigada que se ocupava de assaltos e furtos, sob as ordens de Rosa Mota. O certo é que nunca mais se ouviu falar de alguma investigação sobre a prostituição juvenil ligada aos assaltos, e seus tentáculos laterais, sobretudo a extorsão.

Três anos depois de Ana Paula ser afastada, Rosa Mota e Dias André mudam-se surpreendentemente para a 2ª secção, responsável pela investigação dos crimes sexuais. A base de dados contendo parte das cerca de 800 fichas iria na bagagem de Dias André, (algumas centenas tinham sido deitadas para o cesto do lixo), que manteve sob sua alçada esta base de dados ilegal durante todos esses anos, até ser descoberto pelas chefias, na sequência de um artigo publicado no EXPRESSO, em Agosto de 2003, onde se denunciava a existência do ficheiro.

Quanto a Ana Paula, relegada para prateleiras sucessivas, com processos disciplinares, ficou-lhe (segundo alguns seus colegas) a memória de Dias André e Rosa Mota, como «inimigos» viscerais.

É com este «enquadramento histórico» que deve ser vista a decisão de colocar sob escuta o telefone de Ana Paula. O argumento escolhido foi um providencial encontro entre Dias André e Antónia, a tal mulher que esteve na origem do processo do Parque,. Diz este que em 31 de Setembro de 2003 foi contactado por Antónia às 21:30 horas, a qual lhe terá contado “uma longa história” sobre uma abordagem feita na véspera pela inspectora-chefe Ana Paula, pedindo-lhe dados sobre um tal Piriquito, um Paulo e um tal Steve, todos eles personagens relacionados com o Parque Eduardo VII.

Segundo Dias André, Antónia disse-lhe que Ana Paula lhe contara que a investigação da Casa Pia estava a ser mal conduzida, que os arguidos estavam inocentes e que lhe prometera algum dinheiro a troco de «alguns elementos sobre indivíduos conhecidos do seu filho Ruizinho e na altura em que aquele foi abusado sexualmente.»

Ana Paula é tida como uma das profissionais da PJ que melhor conhece os meandros da prostituição juvenil. Se o que a prostituta contava era verdade e se existissem de facto esses «elementos sobre indivíduos», porquê então colocar o telefone de Ana Paula sob escuta, em vez de chamá-la a depor e com ela descobrir esses mesmos elementos, que podiam permitir apurar a verdade?

Por isso, a acção contra Ana Paula pareceu sobretudo visar a paralização de acções que pudessem colocar em causa a investigação ao processo da Casa Pia, e o episódio deixa sérias dúvidas sobre se o testemunho da inspectora-chefe não poderia, afinal, descobrir o que a investigação actual do MP negligenciou.

Mas o argumento usado para colocar o seu telefone sob escuta foi o de «favorecimento pessoal». O mesmo tipo de argumento usado contra Ferro Rodrigues, para também colocar os seus telefones sob escuta.

Não obstante a nossa insistência, não conseguimos até ao momento obter uma reacção da inspectora-chefe Ana Paula.

Jorge Van Krieken"

As denúncias do relatório do GOVD, são anónimas, por motivos que facilmente se compreendem até por estes exemplos de arbítrio e terrorismo a que estão sujeitas as pessoas íntegras dentro da PJ... e não só. No entanto, esse relatório é desacreditado e achincalhado (até pelo próprio Krieken), embora haja muitíssima gente que acredita no que lá está escrito. Certamente porque é compatível com a realidade...
Van Krieken tem reputação de ser um jornalista idóneo, cujas investigações não levantam dúvidas... e que, até por isso, é muito atacado pelos conspiradores e seus lacaios, incluindo o Ministério Público. Por isso fica o desafio de descobrir as diferenças entre estes dois textos...

2006-04-03

Censura E Manipulação!

recuperado da caixa de comentários
Remete para este post de Sociocracia

"As televisões portuguesas (e os outros órgãos de comunicação social) têm vindo a censurar documentários e entrevistas passados na CNN e na Fox News. Porque é que as estações nacionais escondem aquilo que os cidadãos americanos têm vindo a saber?
Por isso, para furar este cerco de censura, absurdo, deixo-vos com este artigo, publicado em:
http://sociocracia.blogspot.com ou em:
http://paramimtantofaz.blogspot.com/ e em:
http://wwweditorial.blogspot.com/

(se outros houver outras reproduções, solicito que me informem)

Que confiança podemos ter nas "nossas" notícias, quando nos ocultam factos destes? Que crédito nos podem merecer os nossos meios de comunicação?
Ajudem a furar este cerco censório, que faz de nós um país atrasado, um país do terceiro mundo, sujeito a uma ditadura absurda, controlada por Washington... mais até do que a própria América, divulguem esta mensagem, por favor!

Na semana passada, o actor norte-americano Charlie Sheen (do filme Platoon – Os Bravos do Pelotão, Wall Street) colocou a carreira em risco ao dar duas entrevistas ao activista Alex Jones, nas quais pôs em causa a versão oficial dos atentados de 11 de Setembro de 2001.

Foi desta forma que ele se juntou a um grupo de centenas de personalidades que, nos últimos quatro anos e meio, têm vindo a público afirmar que a versão oficial não só é implausível como impossível, chegando a violar as próprias Leis da Física.

Este grupo inclui Andreas Von Bülow, antigo ministro da Defesa e da Tecnologia da Alemanha e ex-director dos Serviços Secretos Alemães;

Michael Meacher, ex-ministro do Ambiente do governo britânico de Tony Blair;

Ray McGovern, antigo conselheiro presidencial e ex-analista da CIA;

Paul Craig Roberts, Secretário do Tesouro durante o mandato do ex-presidente norte-americano Ronald Reagan e pai da sua política económica;

Robert Bowman, antigo director do Programa de Defesa Espacial Star Wars e ex-coronel da Força Aérea dos EUA;

Steven Jones, Professor de Física da Universidade de Brigham;

David Shayler, ex-oficial do MI5, os serviços secretos britânicos;

Morgan Reynolds, Professor catedrático da Universidade A&M do Texas que integrou o governo do actual presidente norte-americano George W. Bush durante o seu primeiro mandato, e muitos, muitos outros.

No entanto Charlie Sheen fez na semana passada o que ilustres investigadores, professores catedráticos e ex-ministros não conseguiram durante quase cinco anos: furar a censura e conseguir algum tempo de antena num programa da CNN, que transmitiu as suas declarações e expôs milhões de pessoas a factos sobre o 11 de Setembro que têm sido permanentemente ocultados.

Para ler mais e aceder aos links, consultar um dos blogues referidos"

Comentário: Assim à semelhança do que aconteceu com o Relatório do GOVD, publicado neste blog; à semelhança do que aconteceu com o Processo Casa Pia e do que acontece com muitas outras questões...

2005-12-05

CHAMEMOS OS BOIS PELOS NOMES!

QUEIXA DE UM MAGISTRADO DO MINISTÉRIO PÚBLICO A CHAMAR OS BOIS PELOS NOMES:
Ao fim de 24 anos de funções como magistrado do Ministério Público (desde 1979), fui afastado de funções, em 27.02.03, em nome do “interesse público”, por “factos” de 10 a 14 anos antes do afastamento, “factos” esses que dois Tribunais Superiores (a Relação de Lisboa, em 1ª instância e o STJ em sede de recurso) já disseram, com trânsito em julgado, serem inócuos e sem violação de qualquer dever do cargo.
Espero decisão de recurso no STA há mais de QUATRO ANOS E OITO MESES.
Afastado de funções.
Sem vencimento e sem qualquer segurança social e sem assistência médica e “proibido” de trabalhar.
Apesar das decisões referidas da Relação de Lisboa e STJ, em que fui totalmente ilibado de qualquer responsabilidade, mesmo disciplinar, não se vê, por parte da “casa” do senhor Adriano Souto de Moura, a invocação do interesse público, para terminar com esta situação de injustiça em que me encontro
– afastado de funções há mais de DOIS ANOS E NOVE MESES, sem vencimento nem qualquer segurança social e impedido de ADVOGAR porque, afinal, o que diz a PGR (sem fundamento, segundo a Relação de Lisboa e o STJ, como vimos), mesmo sem razão, e através de processos “kafkianos”, ainda “pesa” na Ordem dos Advogados, que também nada decide sobre o meu pedido de inscrição nela, há mais de DOIS ANOS.
Sim, processos “kafkianos”.
Começou o dito processo disciplinar, em que me afastaram de funções, com uma certidão truncada e falsa que omitia, só(?!), mais de 20 documentos autênticos, fundamentadores de um despacho meu a ordenar uma detenção, para interrogatório judicial, de um burlão (em mais de 80 mil contos – sim, contos, que não Euros), despacho esse considerado “ilegal” pelo dito Conselho e fundamento do meu afastamento.
(Como se chama o Inspector que fez a participação contra mim, quer disciplinar, quer criminal?
CHAMA-SE FRANCISCO TEODÓSIO JACINTO, É PROCURADOR-GERAL ADJUNTO E PRESENTEMENTE É DIRECTOR DO INSTITUTO SUPERIOR DE POLÍCIA JUDICIÁRIA E CIÊNCIAS CRIMINAIS!
DEVE ANDAR A ENSINAR, ÀS POLÍCIAS, COMO FALSIFICAR DOCUMENTOS PARA INCRIMINAR ARGUIDOS! COM O BENEPLÁCITO DO CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO!)
Quando fui ouvido, na “instrução” do processo da PGR, sobre tal despacho, chamei a atenção do Inspector para o facto de faltarem tais documentos.
O que fez este?
Depois de se pronunciar DOLOSAMENTE contra mim, juntou tal certidão, com aqueles documentos em falta, NUM OBSCURO APENSO, em vez de os incorporar nos autos, como é de LEI, na expectativa, PIDESCA, de que ninguém os visse.

(COMO SE CHAMA ESTE INSPECTOR?
JOSÉ NUNES GONÇALVES DE CARVALHO,
É PROCURADOR-GERAL ADJUNTO E CONTINUA INSPECTOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO E DA CONFIANÇA DO CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO!)

E não é que ninguém viu mesmo tais documentos em falta?!
Desde o Relator (que não quis "ver") até ao Conselho Superior do Ministério Público.
Como é que eu sei?
É simples.
As conclusões do dito Conselho (contra mim) e da Relação e do STJ (a meu favor) são diametralmente opostas e, nestes últimos, tive oportunidade de explicar a “leitura” de tais documentos e os fundamentos do meu despacho, considerado, agora, absolutamente correcto e legal, ao contrário do que disse o dito Conselho.

Assim anda a "casa" de Adriano Souto de Moura.
Mal, muito mal.
E eu a sofrer a injustiça dela.
Há mais de DOIS ANOS E NOVE MESES afastado, ilegitimamente, de funções.
Com um recurso pendente no STA há mais de QUATRO ANOS E OITO MESES.
E os juízes lá vão falando do quanto trabalham…
E eu, ilegal e ilegitimamente, em greve “forçada”…
Imposta pela “casa” de Adriano Souto de Moura…
Que PGR é esta?
Que Conselho Superior do Ministério Público é este?
Que país é este?

Ass: Vitor Rosa de Freitas

Comentário: Bela cambada de bandidos... É nas mãos de gente assim que está a "justiça", neste país!

Ass:. NoSilence

2005-12-02

A Justiça ao Serviço de Criminosos!

A Justiça, neste País, continua ao serviço de criminosos, que a usam para se garantirem impunidade, para punirem o crime de OPINIÃO.
Nete país os cidadãos não têm direito à indignação, nem a denunciarem os crimes a que assistem, nem...
Essa é a principal razão porque somos obrigados, por aqui, a manter o anonimato.
Este post deve-se ao facto de terem aparecido, no DIAP, dois processos, por denúncia caloniosa e difamação, etc. onde consta o documento que se transcreve abaixo.
Um dos processos: nº 13158/04.OTDLSB-0700, é da autoria de José Maria Martins, o mafioso, nazi, advogado do Bibi, contra as 12 pessoas que assinam o documento publicado neste post de Sociocracia;
O outro processo: nº3186/04.1JFLSB, é de autoria de Dias André e Rosa Mota, inspectores da P.J., (outros dois mafiosos, que tanto destroem o prestígio da P.J. e da Justiça) tendo por base o documento que se segue:
...
"À Procuradoria Geral da República
Rua da Escola Politécnica
LISBOA
DENÚNCIA
Fulana (seguem-se os elementos de identificação),
Vem denunciar os actos de conspiração contra o Estado de Direito, contra a democracia e contra a própria segurança do Estado que têm vindo a ser praticados por associações criminosas, através do aparelho do Estado, das Instâncias Judiciais e da comunicação Social. Constituíndo o resultado daquilo que a denunciante designa “CRIMINALIDADE INSTITUCIONALIZADA”, já há muito tempo.
Esta criminalidade tornou-se mais despudorada, arrivista e prepotente, com o desenrolar do “Escândalo de Pedofilia” actuando à vista de todos, de dentro das instâncias governamentais e judiciais, protegendo criminosos e prendendo inocentes; ao mesmo tempo que prossegue, através dos orgãos de comunicação social, uma cabala política, tendenciosa, que pretende, claramente, condicionar as escolhas eleitorais da população, inibindo o voto no principal partido da oposição; com o objectivo, óbvio, de perpetuar no poder o actual governo; numa espécie de golpe de estado institucional, contra a democracia, contra o Estado de Direito, contra os direitos dos cidadãos e contra a segurança do Estado.
Neste momento, pode-se dizer com realismo, que o País sofoca, refém deste TERRORISMO, exercido indescriminadamente sobre qualquer cidadão, através do aparelho do Estado e das instâncias Judiciais.
Um dos últimos exemplos desta conspiração é a divulgação do escândalo de pedofilia, nos Açores (governado pelo PS), quando se sabe, já há muito tempo, que este tipo de criminalidade actua impunemente na Madeira (governada pelo PSD), sendo mesmo abordada, pelo respectivo presidente do governo regional, como se se tratasse duma qualquer atracção turística.
O documento anexo nº 3, ilustra esta situação.
O grande problema é que o PS não percebe que os cidadãos não estão dispostos a votar num partido que se acovarda perante uma situação destas, não conseguindo resolver os seus próprios problemas, muito menos os do País. Sr. Dr. Ferro Rodrigues, não conte com nenhuma maioria absoluta!
E para que o Sr. Procurador Geral da República (cujo grau de implicação se desconhece, mas existe), não volte a desculpar-se, como fez, acerca dum artigo publicado numa revista estrangeira (artigo publicado no "Le Point"), que não se justificava actuar, porque não eram referidos os nomes, junta-se o documento anexo nº 1, retirado da Internet, porque o seu conteúdo é indesmentivelmente verosímil e é confirmado, todos os dias, por mais algum acontecimento tenebroso e racionalmente inexplicável.
Também se transcrevem alguns dos nomes referidos no anexo nº 1, como implicados nesta monstruosa conspiração e em tráfico de droga, para que não restem pretextos de desculpa:
Alguns dos denunciados são:
- Dias André, inspector da Polícia Judiciária, que, para além do mais, reconheceu publicamente estar envolvido num assassinato, quando ameaçou processar Raquel Cruz, por uma das suas crónicas, que não o identificavam claramente;
- Rosa Mota, inspectora da Polícia Judiciária
- Paulo Rebelo, chefe de Dias André
- Dr. Cunha Rodrigues
- Dr. Gonçalves Pereira e Bonina
- Procurador Agostinho Homem
- Juiz Trigo de Mesquita
Todos eles nos termos que melhor são descritos no documento anexo nº1
Também os abaixo enumerados, como sendo alguns dos envolvidos em criminalidade pedofila e, portanto, protegendo, com os seus cargos e funções, os autores destes crimes, através de compadrio e tráfico de influências consentido, ou, porventura, sob chantagem:
- Paulo Portas, ministro da defesa, referenciado como “Catherine Deneuve”, nos meios da criminalidade pedofila;
- Luis Filipe Pereira, ministro da saúde, também referido pelas fontes do citado artigo;
- Valente de Oliveira, ex-ministro, idem
- Engº Pais do Amaral
- Juiz Carlos Lobo
- Juiz Caramelo
- Eurico de Melo
- Dr. José Maria Martins, advogado de Carlos Silvino, que chantageou publicamente Paulo Portas, para obter impunidade do Tribunal da Relação, dizendo, na comunicação social, que gostava que “Catherine Deneuve” fosse preso.
- Dr. Pedro Strecht, pedopsiquiatra
- Dr. Pedro Namora
- João Paulo Lavaredas, melhor identificado no Processo da Casa Pia;
- Francisco Guerra, idem
- Mário Pompeu, Francisco Andrade e Márcio Necho, Idem, idem.
Igualmente como melhor é descrito no documento anexo nº 1.
E ainda, como sendo alguns dos envolvidos na propaganda e manipulação criminosa, da opinião pública, através da comunicação social:
- Felícia Cabrita, jornalista do “Expresso”
- Manuela Moura Guedes, jornalista da “TVI”
- Octávio Lopes, jornalista do “Correio da Manhã”
Repete-se que estes serão apenas alguns dos nomes implicados, porque os factos demonstram que existem muitos mais.
O importante é que o País deixe de ser refém deste TERRORISMO, que nos mergulhou na profunda crise económica e social que vivemos, justificando o enorme desespero, angústia, depressão e desconfiança da generalidade dos cidadãos.
No documento anexo nº 2, enviado a orgãos de comunicação social estangeiros, elaborado pela denunciante, antes de ter tido acesso ao documento anexo nº 1, estão fundamentados os motivos que justificam esta denúncia, a que a autora se vê forçada, porque as nossas instituições não funcionam.
E a Justiça, cujo bom funcionamento é fundamental, para permitir o progresso de qualquer País, só funciona para proteger a criminalidade institucionalizada.
Pelo exposto, nesta denúncia e nos seus anexos, requerem-se as seguintes medidas preventivas imediatas:
- Que a Dra. Catalina Pestana seja afastada do cargo de Provedora da Casa Pia, pelos motivos expostos no anexo nº 2; medida que se mostra indispensável para proteger as crianças da Casa Pia.
- Que sejam libertados imediatamente todos os inocentes, nomeadamente Carlos Cruz, relativamente ao qual não restam quaisquer dúvidas. Como forma de impedir, pelo menos por esta via, o prosseguimento da conspiração aqui denunciada, e também porque a prisão de inocentes é um crime social hediondo, cometido pelas instituições, em nome dos cidadãos, mas que nos avilta a todos.
- Que seja instaurado inquérito público e que todo e qualquer cidadão possa dizer tudo o que sabe, sobre tudo isto, incluindo sobre o tráfico de droga.
- Que sejam inquiridas todas as pessoas que estão presas por tráfico de drogas, ou estiveram presas nos últimos dez anos; e respectivos familiares. Incluindo os familiares dos que foram assassinados nas cadeias.
- Nomeadamente, pretende-se que sejam ouvidos, também, todos os agentes da Polícia Judiciária e do SIS; porque acreditamos que a maioria são gente honesta. Formulamos votos de que saibam ter a coragem necessária, na hora certa.
- Que seja investigada a existência, denunciada na televisão, duma máfia que controla as clínicas de recuperação de toxicodependentes, impedindo a recuperação dos internados.
E, uma vez que as instituições não têm funcionado e não podemos saber se a condução do inquérito não vai ser entregue a algum dos implicados, nem o tipo de envolvimento de todas as testemunhas, requere-se que o andamento deste inquérito seja publicado periodicamente e corrigido, se necessário, para que o SEGREDO DE JUSTIÇA não continue a ser usado e abusado, como até agora, exclusivamente ao serviço da conspiração.
Esta denúncia vai ser entregue também, ao Presidente da República, à Assembleia da República, à comunicação social nacional e internacional, à Comissão Europeia e ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. Mas mantém-se endereçado apenas à Procuradoria, para evitar o habitual “jogo do empurra”, e consequente imobilismo, com que se tem protegido esta criminalidade..
Como as instituições não funcionam, como deviam, impõe-se tomar medidas, também, nesse sentido. Assim requere-se:
- Que seja referendada a composição da Assembleia da República, passando a ser de cem (100) o número máximo de deputados e que a eleição seja feita por proporcionalidade directa entre a percentagem de eleitores e o número de deputados, correspondendo um deputado a cada um por cento de votos e ficando vagos (e contando para as votações) os lugares relativos à abstenção.
Na actual situação isto implicaria a redução do número de deputados para cerca de sessenta e dois (62), número mais do que suficiente para o pouco (ou nada) que fazem.
Esta medida destina-se a prevenir os objectivos da conspiração aqui denunciada, porque deixa de ser possível invocar maioria, com apenas trinta por cento dos votos, como acontece actualmente. Além disso é fundamental para a mobilização dos cidadãos (indispensável para vencer a crise) e para a responsabilização do parlamento e dos políticos.
- Que sejam referendadas, obrigatoriamente, as decisões com incidência na Constituição e sobre a participação ou apoio do País em conflitos armados.
- Que sejam referendadas as condições de elegibilidade do presidente do governo e do responsável máximo pelo funcionamento e idoneidade do aparelho judicial, que devem passar a ser eleitos por escrutínio directo, depois de declararem publicamente, sob compromisso de honra, não pertencer a partido ou organização submetida a filosofia específica, a disciplina e/ou interesses de grupo, como é o caso da maçonaria.
- Que os respectivos programas eleitorais constituam compromissos de honra e contenham prazos de realização, que passem a ser obrigatoriamente respeitados, sob pena de perda de mandato e repetição da eleição.
- Que os deputados e o governo sejam inibidos de decidir sobre os seus vencimentos e regalias, que terão de ser, obrigatoriamente, referendados.
Requere-se, ainda, que este documento seja divulgado e posto à disposição de todos, para poder ser subscrito, no todo ou em parte, por qualquer cidadão eleitor.
Com esta denúncia a sua autora pretende repudiar esta vil situação que tem vindo a ser imposta à população portuguesa, abusando da paciência e do civismo da generalidade dos cidadãos deste país.
Mas tudo tem um limite! E, tal como há dez anos atrás era óbvio que a situação actual seria inevitável, também o momento que vivemos conduzirá a reacções desesperadas, com consequências imprevisíveis, que podem afectar, por exemplo, a segurança do Euro2004. Esperemos que a UEFA se aperceba a tempo!
Em todo o caso a denunciante pretende não prescindir do direito de, no limite, repudiar a sua cidadania, se a actual situação se mantiver, como forma de recusar uma cidadania que considera aviltante e que tem sido impedida de exercer, por esta criminalidade institucionalizada, aqui denunciada.
Lisboa, 15 de Dezembro de 2003.
Anexos:
- 1. Documento de 9 páginas retirado da Internet, designado “Blog
- 2. Carta à Imprensa Estrangeira, de 14.Nov.2003, com 12 páginas.
Fim de transcrição.
Esta denúncia e seus anexos, foi entregue a todas as “entidades” que refere. Como se vê, nada foi feito quanto à situação real, cujos reflexos na calamitosa situação do País, se agravam todos os dias, mas as perseguições aí estão, tal e qual como convém a qualquer organização Pidesca, usada para os mais perversos fins.
Segundo é voz corrente, no DIAP, a autora deta denúncia tem vários outros processos semelhantes, de autoria doutras pessoas, mas conluiados no mesmo propósito de a punir por dizer o que pensa e se justifica...
Nestes processos, existem várias páginas de textos publicados em blogs, para fundamentar as acusãções...
Talvez assim se compreende porque é que a indignação, generalizada, dos cidadãos, não se manifesta...