2013-09-23

Paulo Portas Chantageado por Loureiro e Cavaco. E Você Acredita em Jornais, Notícias, Escândalos???

A Verdadeira Origem das Nossas Desgraças Colectivas

Este País, Portugal, está no descalabro que todos conhecemos porque isso é inevitável tendo em conta o tipo de gente que nos governa.

Sabiam que o actual Primeiro Ministro, Passos Coelho, é um ex-drogado que batia na ex- mulher a quem nunca pagou a pensão de alimentos das filhas, antes de ser Primeiro Ministro?
Agora pagamos nós...

Mas este panorama (de termos à frente do Governo e Ministérios gentalha do pior que há) já vem de longe... Por isso o descalabro em que nos encontramos era inevitável. E nem haverá solução enquanto não se "limpar a casa". Para "limpar a casa", há que começar por desentulhar o lixo. Todas as nossas instituições estão entulhadas de lixo nos cargos de responsabilidade...

Este panorama já vem de longe. Atentem nesta história que encontrei AQUI e que reproduzo a seguir.

De vez em quando vou às estatísticas consultar a origem das visitas e percebi que o/a autor(a)  transcreveu este meu texto. Deixei-me levar pela curiosidade e, de página em página, encontrei isto que se segue.

Aqui fica à vossa "consideração"




Esta é uma "Datura Estramonium" ou "Erva do Diabo". A planta do "soro da verdade" que contribuiu muito para a "colaboração" de Biibi. Perigosa esta planta... mas não tão perigosa como os mafiosos que controlam este país...


 Transcrição:

Vou contar-vos um episódio REAL que aconteceu, em 1995, com o sr. PAULO PORTAS (então editor do semanário “O INDEPENDENTE”).


Numa Madrugada do ano de 1995, na Avenida de Ceuta, em Lisboa, uma patrulha da PSP pára ao Lado dum carro e encontra, em flagrante, dois “homens” em acto sexual. Até aí nada demais!!! Nessa zona a prostituição masculina é comum. Mas, para grande surpresa dos agentes da PSP, encontram  uma personalidade pública (o sr.. PAULO PORTAS), que é detida de imediato e levada para a esquadra de  BENFICA. 

Sem saberem o que fazer com este sr., contactam o Ministro da Administração Interna de então, O SR. DIAS LOUREIRO.
Nessa época, 1995, o jornal “O INDEPENDENTE” atacava sistematicamente o
Governo de CAVACO SILVA.
Com conhecimento de CAVACO, DIAS LOUREIRO faz chantagem com PAULO PORTAS, e ameaça tornar público o episódio e fazer dele um escândalo se o Jornal “O INDEPENDENTE” não mudasse a sua linha editorial e não deixasse de atacar o Governo de CAVACO SILVA.


Esta história nunca se tornou pública porque o sr.. PAULO PORTAS cedeu à chantagem: o jornal “O INDEPENDENTE” deixou de atacar o Governo.
Portanto, estou a revelar um “segredo” que é do conhecimento directo de “apenas” 9 pessoas: 

- Os 2 agentes da PSP que  detiveram PAULO PORTAS;

- DIAS LOUREIRO;

- CAVACO SILVA;

- O então chefe da esquadra da PSP de Benfica;

- O/a autor(a) deste relato (cujo nome ou “nick” é Elsa), e mais 3 pessoas que o/a Elsa não quer identificar...


Fim de transcrição

2013-09-14

Processo Casa Pia, Cabala ou Não Cabala, Eis a Questão.



Quando ando por aí gosto de me entreter a fotografar aquelas plantas a que ninguém liga importância... porque algumas são de extrema importância. É só para abstrair de cabalas...


Processo Casa Pia. Cabala ou Não Cabala, Eis a Questão.


Antes de mais o que realmente importa:

Neste texto vamos fazer referência a 2 acontecimentos importantes:

Carlos Pereira Cruz, mais conhecido como Carlos Cruz, a figura principal do Processo Casa Pia que se encontra actualmente a cumprir pena de prisão por crimes que NÃO cometeu, apresentou:

Documentos cuja leitura aconselhamos sobretudo àqueles que ainda têm dúvidas acerca das verdadeiras causas e origem do descalabro da nossa situação política, económica e social actual e acerca da monstruosidade que é o “Processo Casa Pia”.

O advogado de Carlos Cruz, Ricardo Sá Fernandes, autor de ambos os documentos (presumo relativamente à queixa apresentada ao TEDH), sempre negou a tese da cabala (que eu defendo porque outra explicação não existe para este estado de coisas).

Tanto quanto me tem sido dado perceber, o próprio Carlos Cruz rejeita essa tese; não sei se por convicção própria ou devido a influência do seu advogado.

Que Carlos Cruz se cinja à explicação das “invejas” ou outras banalidades semelhantes até é compreensível, mas que o seu advogado não veja o óbvio, apesar de o afirmar nas entrelinhas, para depois o negar na afirmativa, já pode ser grave na medida em que, para vencer uma guerra, convém conhecer o “inimigo” (e tudo sobre o “inimigo”).

Mas não posso afirmar que isso tenha sido decisivo para o facto de Carlos Cruz ter sido condenado e estar a cumprir pena, apesar de inocente. O que posso afirmar é o que sempre disse: não tenho a menor consideração por um advogado que não tire um inocente da cadeia, ou que deixe condenar um inocente. Acho que um advogado assim não merece o título.

Vejamos então, nas próprias palavras de Ricardo Sá Fernandes, como é que ele afirma e reconhece, nas entrelinhas, a cabala ou conspiração... para depois a negar na afirmativa.

Ricardo Sá Fernandes diz:


In ponto 40. Pág. 36

“Só a pobreza do debate intelectual em Portugal – em que um formalismo estéril afasta o aprofundamento das questões substanciais, favorecendo a condenação de inocentes e a absolvição de culpados – é que tem permitido a subsistência deste exotismo, que pode conduzir à barbaridade jurídica”(1)


In ponto 42. Pág. 37

“Só uma grande falta de vergonha e um desrespeito feroz pelos direitos do arguido e pelo apuramento da verdade é que têm permitido que este horror subsista, para tapar a mentira que não se quer deixar mostrar.”(2)



“O arguido não tem uma resposta que explique as motivações subjacentes a tão sinistro comportamento, resulte ele de sugestão, de inquinação, de enfabulação, de pura perversidade, ou de qualquer outra causa. Mas também não lhe cabe fazer essa indagação para o que não tem meios.”(3)


In Pág. 21

“Nunca se refugiou numa teoria da conspiração ou da cabala. Como seria simples encontrar um culpado, uma cadeia de comando, uma entidade malévola. Porém, este processo é tão somente o fruto de uma dinâmica espontânea que – tendo por pano de fundo o justo horror à pedofilia – cresceu de forma desorganizada até que – por uma lógica quase instintiva de estabilizar uma narrativa e de, através dela, dar segurança a um inconsciente colectivo que a brutalidade de uma pressão mediática crescentemente alimentava e instigava (...)”(4)

Notas:

(1)   À “pobreza do debate intelectual” eu chamo intoxicação da propaganda nazi (para permitir que) “um formalismo estéril afaste o aprofundamento das questões substanciais, favorecendo a condenação de inocentes e a absolvição de culpados”. Garanto que não há nada na lei que legitime tais coisas; e só por via de monstruosa conspiração (contra o Estado de Direito) é possível “condenar inocentes e absolver culpados”
(2)   “uma grande falta de vergonha e um desrespeito feroz pelos direitos do arguido e pelo apuramento da verdade é que têm permitido que este horror subsista, para tapar a mentira”.
- Falta de vergonha;
      - desrespeito feroz pelos direitos;
- têm permitido que este horror subsista, para tapar a mentira...
Nisto tudo estão envolvidos: elementos do poder político; da PJ; Juízes e MP; Desembargadores; Conselheiros, tudo sob a batuta da Comunicação Social, sem que se saiba bem quem nasceu primeiro: “se foi a galinha ou se foi o ovo”... e com a tolerância (quando não apoio activo) de todos os partidos políticos.
E aqui ficamos novamente “encurralados”: quer se trate de falta de vergonha, desrespeito pela legalidade e horror para encobrir a mentira, nesta situação concreta (que não é única; há muitos outros casos semelhantes) de todas as “entidades” referidas; quer se trate de “um mero circunstancialismo” que tenha permitido a ascensão de pessoas com essas características (falta de vergonha, etc.) a todos os cargos referidos, estamos em presença de conspiração, nua e crua... contra o Estado de Direito.
Ainda uma palavra acerca da “batuta da Comunicação Social”, que foi ao ponto de excluir e perseguir os jornalistas que não alinharam; que foi ao ponto de censurar e excluir dos comentários às notícias todos os que não alinhassem e de manter uma chusma de provocadores que comentavam dizendo as piores barbaridades e baboseiras, de forma orquestrada, para manipular a opinião pública e a leitura dos conceitos dominantes nela (opinião pública). Censuraram-me muitas vezes e não só a mim, por isso sei do que estou a falar. Conspiração? Nããão. Fique descansado Sr. advogado... mas, com conspiração ou sem ela, trate de tirar o seu cliente da cadeia se quer ser respeitado.
(3)  “O arguido não tem uma resposta que explique as motivações subjacentes a tão sinistro comportamento”... nem precisa; os próprios já vieram a público “explicar” com o que deixaram de ser “credíveis”... porque a cabala está lá, nas explicações.

(4) “Nunca se refugiou numa teoria da conspiração ou da cabala. Como seria simples encontrar um culpado, uma cadeia de comando, uma entidade malévola”. Mas a conspiração não é uma teoria e nem serve de refúgio. Que ideia absurda! Mas “prontos” o sr. advogado não gosta de coisas óbvias, simples e elementares... prefere não ter explicação ou as explicações (desculpas?) inverosímeis e incoerentes. Acresce que este pedaço de texto não é necessário na queixa e nem se lhe vislumbra qualquer utilidade, para além da de negar o óbvio colaborando, afinal, com os conspiradores.



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2013-06-26

Os Erros Criminosos da Justiça a Pedofilia o Caso Júlio Olivares

Os Erros Criminosos da Justiça, a Pedofilia, o Caso Júlio Olivares



Dente-de-leão, taraxacum officinale

Para abstrair de tanta ignomínia, nada como observar a beleza e apreciar a generosidade duma planta com características medicinais excepcionais: o "Dente-de-Leão, ou Taraxacum"


Júlio Olivares foi acusado, no Processo 1527/05.3TASNT, de ter abusado do sobrinho (Sílvio?) então com 3 anos de idade.

O artigo do Expresso de 23 de Outubro de 2010, quase 3 meses depois do suicídio de Júlio (01 de Agosto de 2010), exibe o seguinte titulo:

Um miúdo acusa, a Justiça acredita(???), um homem mata-se.

(retirado do referido artigo)

Júlio matou-se há dois meses após ser condenado por abuso sexual do sobrinho. Conversa de Messenger, entre o sobrinho e o pai deste, irmão de Júlio, levanta dúvidas sobre a veracidade da acusação.

Júlio preparou minuciosamente o suicídio, perante a indiferença e o cinismo da “justiça”:
Desfez-se dos seus bens e compromissos e escreveu um livro auto-biográfico, intitulado “Sem Culpa”.
No livro conta a vida de David, um homem de 38 anos, engenheiro informático, homossexual, filho de uma família desestruturada do Cacém (Sintra), condenado em 2008,  pelo abuso sexual do sobrinho que teria três anos à data dos supostos abusos e tinha 12 anos quando depôs em tribunal . David (no livro, Júlio na vida real) foi condenado a seis anos de prisão e ao pagamento de uma indemnização de 25 mil euros. Júlio é inocente, mas a Justiça afirma-lhe a culpa, da primeira instância até ao Tribunal da Relação. E, no fim, extintos os recursos, o acusado opta pelo suicídio.

O sobrinho, agora com 14 anos, terá assumido, numa conversa de Messenger, mantida com o pai (irmão de Júlio), que mentiu. “Menti pk meus tios precisavam do € e pk vocês me abandonaram”.

O “crime” como é apresentado no Expresso:

1. A queixa de abusos sexuais foi apresentada em 2005 pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Sintra, por intermédio da família de acolhimento com quem os gémeos (Sílvio e a irmã) viviam na altura e a quem o menor terá confidenciado o abuso.

2. O crime teria ocorrido em 1998, quando o rapaz vivia com o tio Júlio a pedido do pai, que era então maquinista da CP e sujeito a turnos.

3. Sílvio (nome fictício do miúdo) diz ter sido abusado por três tios, incluindo Júlio, numa casa onde via filmes ‘porno’ e onde estava um casal a ter relações sexuais. “Entre silêncios, gestos contidos, respostas afirmativas com a cabeça, olhares tristes e pudores pressentidos, ‘Sílvio’ aludiu aos abusos sexuais”, lê-se na sentença. (tanto indício de mentira e ninguém percebe...)

4. Sílvio descreve os actos com tal pormenor que Júlio acredita que o sobrinho terá sido
realmente abusado. A sua suspeita recai sobre os seus dois irmãos deficientes mentais, um deles com antecedentes de agressão sexual.

Depois do suicídio de Júlio, o miúdo, pressionado pelo pai, assume que mentiu, em conversa no “messenger”:

- “Pq mentiste em tribunal miúdo?” “Contaram não é igual a lembrares-te. Tu não te lembras do que falaste”. “Falaste de pessoas e sítios que o teu tio nunca conheceu”
Na resposta o miúdo ameaça o próprio pai:
- “Ouve s eu souber k tu andas atrás de mim por causa dos 25000 euros k tanto kustaram a konseguir, daki a 4 anos tas feito ao bife”
- “Ainda não me respondeste! pq mentiste em tribunal?”
- “PORRA JÁ TOU FARTO DE DIZER K SO DISSE O K A MINHA TIA MANDOU DIZER E N SABIAMOS K DAVA CANA, SO KERIAMOS DINHEIRO!!!” e ainda: ““O Júlio é k suicidou pk quis. já disse k menti pk meus tios precisavam do €...”

Os fundamentos das decisões judiciais:


Relatório da peritagem psicológica feita ao miúdo:

“O modo vago e pouco pormenorizado como o menor nos descreveu os acontecimentos não nos permite dizer que são credíveis as informações. Por outro lado, possui suficiente maturidade para avaliar factos, pelo que não podemos dizer que não são credíveis”.

O que é que raio uma coisa terá que ver com a outra? Sabe avaliar factos mas, como todos os mentirosos, não sabe mentir tão bem que não se dê por isso...

Tribunal da Relação, Fundamento da decisão do Recurso:


“O que foi alegado pelo recorrente não traduz mais do que outra leitura da prova produzida. As mesmas provas admitem uma solução diversa daquela a que chegou o tribunal? É possível. Mas impõem a solução propugnada pelo recorrente? De maneira nenhuma”

Esta "peça", este "naco de prosa" é o máximo!

No “meu tempo” a prova era constituída, apenas, pelos factos ou conjunto de indícios que não podiam ter outra leitura, não podiam ter outra explicação. Se “as provas” “admitem uma solução diversa” não são provas e não podem servir para condenar.
Isto é escrito no recurso do Tribunal da Relação...

A História que se depreende deste artigo conta-se em poucas linhas:


O pai de Júlio Olivares, alcoólico, batia-lhe. Aos 18 anos Júlio sai de casa, vai trabalhar em contabilidade mas logo cria uma empresa e volta a estudar, até à licenciatura em engenharia informática. Lança vários sites de compras e fóruns (ligados à comunidade gay), tornando-se um webmaster reconhecido.
As suas capacidades excepcionais e o sucesso tornam-no numa “presa” apetecível dos tios maternos do miúdo que engendram uma forma de lhe extorquir dinheiro, talvez sugestionados pelo “Processo Casa Pia”. Hoje sobrevivem sem culpa... Não sabiam que “dava cana”... Ou sabiam e não se importaram cegos pela ganância do dinheiro... Note-se que foi a estes tios que a justiça entregou a guarda do miúdo...

As “esperanças”, vãs, de quem não conhece o sistema judicial português, a sua imensa e imutável perfídia e o seu cinismo...

(continuando a reproduzir o citado artigo do Expresso de 23 de Outubro de 2010)

Júlio é condenado em Outubro de 2008, e recorre. Escolhe esperar o resultado nos
EUA, em São Francisco, onde viverá longos meses com curtos regressos a casa.
Decidido que estava a suicidar-se caso a pena se mantivesse, não queria morrer
em Portugal. Escreveu então a todos os intervenientes do processo e ao Presidente da Republica, primeiro-ministro, presidente do Supremo Tribunal, director da
PJ, PGR...
A 6 de outubro de 2009, a Relação de Lisboa dá como improcedente o recurso. Nesse mesmo dia, Júlio senta-se a escrever o livro, 123 páginas “non stop”

Um ano antes do suicídio, Júlio começou a corresponder-se com o gabinete da procuradora Maria José Morgado — a Unidade Especial de Investigação da PGR.
As respostas que recebe não passam de “conversa fiada”. Quanto a soluções (investigações ou outras diligências) para corrigir o acto infame de condenar um inocente, nada.
Em  consequência, Júlio suicida-se porque, segundo ele próprio:
““Eles no MP hoje acreditam que algo está errado mas não há saídas legais possíveis. Acham que devo voltar para Portugal, ir preso e esperar novos elementos que conduzam à reabertura do processo. Colocaram-se à disposição para me ajudar, mas a prisão não é, como nunca foi, opção para mim”.


Coitado! Se se tivesse deixado iludir pela “conversa fiada” nem imagina o que o esperava.

Tomou a decisão certa, a menos dolorosa, a menos degradante, a mais digna: suicidar-se!

Nota: o citado artigo do Expresso foi obtido na página de Carlos Cruz, através de busca no "google"






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2013-06-08

Que é Feito da Coordenadora da PJ Ana Paula Matos?


Actualização em: 18-12-2014


"Tropecei" nesta notícia no Facebook e depois procurando encontrei-a:

Conhecida pelos resultados, ávida em 'fazer presos', Ana Paula fez também fama de não olhar a meios. A ex-coordenadora da PJ estava foragida há cinco anos, depois de ter sido condenada por desviar 96 mil euros apreendidos.

A mulher foi agora presa no Brasil e aguarda extradição, já que lhe faltam sete anos e meio de cadeia para cumprir em Portugal.


Ler mais em: http://cmtv.sapo.pt/atualidade/detalhe/ex-coordenadora-da-pj-presa-no-brasil.html

Sem comentários... Ou talvez não; apenas um... Eu acho que está próximo, muito próximo, o fim dessa escumalha maldita; o fim que merecem e "pedem" há muito. Que este episódio contribua muito. Todas as ajudas são necessárias e bem-vindas.

Segue-se o texto publicado inicialmente Aqui:



Este é um comentário deixado na mensagem mesmo aqui em baixo

Anónimo disse...

E lá enterraram a Inspectora Ana Paula Matos... Mas quem se lembraria de roubar dinheiro apreendido de droga, DEPOIS de ser registado? 

Nem um mau escritor de Hollywood daria credibilidade a essa ideia.
Consigo imaginar um julgamento de pressupostos, sem ilegalidades de prova devido à sua ausência.. 

Lembro-me de um insigne desembargador, há muito, muito pouco tempo; "... Os tribunais não se podem agarrar à legalidade da prova..."


Pois... É o que eu penso também...


Uma foto do meu "Lírio da Paz" dedicada a Ana Paula...

O que se segue é um extracto dum escrito que tenho em mãos e que não vou identificar nem a proveniência nem o destino:

1  – No mesmo documento, publicado inicialmente em 2003, pode ler-se também: “Ana Paula recebeu “ordens” para “esquecer o sujeito” (...)  Foi afastada da Brigada e “posta na prateleira”.  
E, numa notícia também publicada online, comdata de Maio de 2006: “O TELEFONE PRIVADO da inspectora-chefe da Polícia Judiciária, Ana Paula Matos, foi colocado sob escuta no âmbito do processo Casa Pia (...) com base numa denúncia feita por uma mulher (alegadamente ligada ao mundo da prostituição) ao inspector da PJ, Dias André, que mantém um conflito pessoal com a sua colega Ana Paula há vários anos”.

2  – Em 2007 (4 anos depois da publicação do documento referido acima) é publicada uma notícia, primeiro como Exclusivo do Correio da manhã e depois em vários outros jornais que afirma:
Um dossier explosivo, destinado à Procuradoria-Geral da República e a que o CM teve acesso, descreve práticas ilegais e dezenas de crimes cometidos por responsáveis no combate ao tráfico de droga da Polícia Judiciária ao longo dos anos (...) O autor da denúncia, que diz ser “inspector da DCITE”, nomeia e acusa 27 colegas por corrupção e envolvimento no tráfico e identifica as 27 embarcações que fazem transporte de droga na costa, com conivência da PJ”. 

3 – Nessa mesma notícia, em 2007, diz-se: “No dia 25 de Julho, data em que foi detida a ex-coordenadora Ana Paula Matos – a principal suspeita do desvio de dinheiro ficou em prisão preventiva (...)

4 – Em notícia datada de 2009/04/01: “A antiga inspectora coordenadora da Polícia Judiciária, Ana Paula da Costa Matos, foi hoje condenada (...) a sete anos e meio de prisão por quatro crimes de peculato. (...) A antiga coordenadora da Direcção Central de Investigação ao Tráfico de Estupefacientes (DCITE) da PJ já cumpriu três meses de prisão preventiva, numa instituição psiquiátrica.

5 – Lendo, com atenção, as notícias sobre este caso (da Inspectora Coordenadora da PJ, Ana Paula Matos), encontram-se várias contradições e absurdos que permitem concluir que está inocente, que não roubou nada (até porque, se quisesse fazê-lo, podia e certamente teria usado os mesmos métodos descritos no documento referido em 2 e ninguém dava por nada, não haveria documentos, não faltava nada...) e nem se afigura que seja pessoa para fazer tal coisa porque,

6 – Apesar do tom invariavelmente provocatório das notícias, com mentiras de permeio como é hábito, ainda assim, numa delas os inspectores da PJ que trabalharam com Ana Paula dizem dela: “. “Trabalha 16 horas por dia e a PJ corre-lhe no sangue”, empenhada em resolver “os problemas na ânsia de resultados”. Todos a descrevem como uma “óptima polícia” e ““É da velha escola, dura. E trabalha no arame com suspeitos e informadores, mas nunca o fez em proveito próprio.”

7 – Tudo indica (o que se especifica e outros factos que se omitem para não alongar demais) que Ana Paula foi transferida para a DCITE, 8 meses antes de ter sido acusada e presa, premeditadamente para lhe ser montada esta cilada. Desconheço se Ana Paula está presa ou não, porque não encontrei notícias do resultado do Recurso que a sua advogada anunciou, cujo decisão se dizia que aguardaria em liberdade. Mas sei, POR EXPERIÊNCIA PRÓPRIA, que uma mulher com o perfil que os seus colegas lhe traçam, sujeita a uma situação destas, fica num sofrimento atroz, destruída psicologicamente independentemente do resultado de recursos. Aliás, as notícias falam de internamento em estabelecimento psiquiátrico e de tentativa de suicídio (em tom de achincalhamento como é costume).

8 – O pior é  ter a sensação de que, tal como no meu caso, Ana Paula é “vítima” da sua integridade intelectual, da sua honestidade e da sua competência; é vítima da perseguição de Dias André (e das suas misteriosas e perversas influências e favorecimentos em todo o aparelho judicial e policial) e pode muito bem ter sido “tramada” devido aos escritos que apareceram na Net , acima referidos, quer porque falam dela quer porque se suspeite que tenha alguma coisa que ver com a sua autoria... tal como no meu caso (porque falei deles e porque até fui acusada da sua autoria).


Este texto é para agradecer o amável convite de "NoSilence" para colaborar neste blogue que tem estado "inactivo" por impedimento do autor




2010-10-10

Actualização

Agora, mais do que nunca, chama-se a atenção para


RELATÓRIO DO GOVD

Para perguntar o que foi feito para pôr cobro à situação infâmia em que o País se encontra, resultante destas situações pérfidas e aberrantes, que nos destroem como sociedade e como País.

A escabrosa sentença do Processo Casa Pia veio demonstrar a premência da necessária E IDÓNEA investigação desta questão (E DOUTRAS COM ELA RELACIONADAS...) mas as nossas excelsas instituições e os seus titulares, assobiam para o lado, covardemente, pensando que podem continuar a merecer a consideração dos cidadãos... Enganam-se!

2006-05-23

Descubra as diferenças!

O desafio é que o leitor descubra as diferenças, no que concerne aos factos descritos, entre este texto...

e este que a seguir se transcreve:

"Investigação 33 - MP colocou inspectora-chefe da PJ sob escuta

O TELEFONE PRIVADO da inspectora-chefe da Polícia Judiciária, Ana Paula Matos, foi colocado sob escuta no âmbito do processo Casa Pia, por ordem do Ministério Público e do juiz Rui Teixeira, incidente que poderá levantar uma forte onda de indignação no seio da Polícia Judiciária.
A escuta foi pedida pelo inspector Dias André e pelo procurador João Guerra, e foi ordenada pelo juiz Rui Teixeira, tendo unicamente como base uma denúncia feita por uma mulher (alegadamente ligada ao mundo da prostituição) ao inspector da PJ, Dias André, que mantém um conflito pessoal com a sua colega Ana Paula há vários anos. O episódio assume à primeira vista contornos de vendetta pessoal, mas uma análise mais cuidada mostra-nos uma outra realidade, em que parece haver uma acção concertada em aniquilar qualquer crítica à forma como foi conduzida a investigação e recolha de provas no processo da Casa Pia. O conflito entre Dias André, Rosa Mota e a sua colega Ana Paula data de há uns sete anos. Em 1997 e 1998, Ana Paula e os seus colegas fizeram um levantamento exaustivo de jovens e crianças que se dedicavam à prostituição no Parque Eduardo VII, Rossio e Príncipe Real, em Lisboa, tendo organizado um ficheiro de arrumadores e arrebentas, com cerca de 800 fichas. Mais de metade eram de prostitutos, muitos dos quais tinha iniciado a actividade aos 10, 11 e 12 anos. Muitos deles eram casapianos. Em cada uma destas fichas constava o nome do jovem, apelido, morada e traços físicos. No verso da ficha, uma fotografia do jovem, tirada nas instalações da PJ, no segundo andar, junto a uma porta, mesmo ao lado do gabinete da inspectora Rosa Mota, que chefiava a secção de Ana Paula.

Também o SIS se interessou pelo assunto, justificando-se isso com uma tese que apontava para a «existência de um lóbi homossexual, suprapartidário e suprareligioso, acima do Opus Dei e da maçonaria, que teria como fio condutor as suas ligações homossexuais e, em alguns casos, até pedófilas. Este lóbi tinha uma força real ao nível político e económico sendo que as suas acções com crianças, passíveis de serem alvo de extorsão, podiam colocar em causa a segurança nacional» -- segundo fonte próxima dos Serviços de Informações.

Parte da informação recolhida pelo SIS teve como fonte a PJ, nomeadamente este ficheiro organizado e compilado pela secção de Ana Paula, dirigida por Rosa Mota, hoje destacada para o processo Casa Pia juntamente com os inspectores Dias André, José Alcino e Fernando Baptista.

Por essa altura, em 31 de Março de 1998, a inspectora-chefe Ana Paula recebe uma chamada de uma mulher que denunciava a existência de um grupo de assaltantes, prostitutos e chantagistas que actuavam no Parque Eduardo VII, chefiados por um tal João Alves. Do grupo faria parte o seu filho Rui[zinho], casapiano, na altura com uns 12 ou 13 anos de idade, mas já assaltando de arma em punho.

Bastaram poucos dias para os agentes da PJ descobrirem a identidade da mulher, uma alegada prostituta chamada Antónia, que, segundo uma testemunha, mantivera relações com João Alves, o chefe do gang a que o filho pertencia e que ela agora denunciava, porventura motivada por vinganças pessoais.

Desse gang do Parque fazia parte também um outro jovem com alcunha de Piriquito, também ele casapiano, tido como prostituto “de gente muito importante, políticos de direita” – segundo vários frequentadores do Parque. Mas a questão nunca foi cabalmente investigada pelo MP, que decidiu apressadamente arquivar partes do processo do Parque, que poderiam descobrir uma verdadeira rede de abusos sexuais a menores.

Nessa altura, o procurador do MP era um tal João Ramos que, curiosamente, foi a quem Rosa Mota enviou o actual processo da Casa Pia, em Novembro de 2002, alguns dias mais tarde entregue a João Guerra.

Este procurador João Ramos, conhecido nos meios gay de Lisboa, decidiu na altura do processo do Parque o arquivamento dos autos relativos a crimes de abusos sexuais, avançando exclusivamente com as acusações por roubo. Ana Paula e os seus colegas conseguiam desmembrar o gang do Parque, mas não logravam que se investigassem a fundo os abusos sexuais a menores e redes de extorsão.

Também Rosa Mota fizera-lhe saber que não queria que se metesse nesse tipo de investigação. As relações azedam-se.

Ainda investigavam este processo quando, em Novembro de 1998, a inspectora Ana Paula foi afastada da sua secção. «De repente começaram a surgir processos contra ela, até que foi afastada», conta-nos um operacional que trabalhara a seu lado. «Um seu superior chegaria mesmo a dizer-lhe que a melhor forma de a proteger era afastá-la dali o mais depressa possível», refere-nos a mesma fonte.

Três dias depois de Ana Paula sair, no dia 21 de Novembro, entra Dias André, que se iniciara na PJ como motorista. A partir desse momento, seria ele a dirigir a brigada que se ocupava de assaltos e furtos, sob as ordens de Rosa Mota. O certo é que nunca mais se ouviu falar de alguma investigação sobre a prostituição juvenil ligada aos assaltos, e seus tentáculos laterais, sobretudo a extorsão.

Três anos depois de Ana Paula ser afastada, Rosa Mota e Dias André mudam-se surpreendentemente para a 2ª secção, responsável pela investigação dos crimes sexuais. A base de dados contendo parte das cerca de 800 fichas iria na bagagem de Dias André, (algumas centenas tinham sido deitadas para o cesto do lixo), que manteve sob sua alçada esta base de dados ilegal durante todos esses anos, até ser descoberto pelas chefias, na sequência de um artigo publicado no EXPRESSO, em Agosto de 2003, onde se denunciava a existência do ficheiro.

Quanto a Ana Paula, relegada para prateleiras sucessivas, com processos disciplinares, ficou-lhe (segundo alguns seus colegas) a memória de Dias André e Rosa Mota, como «inimigos» viscerais.

É com este «enquadramento histórico» que deve ser vista a decisão de colocar sob escuta o telefone de Ana Paula. O argumento escolhido foi um providencial encontro entre Dias André e Antónia, a tal mulher que esteve na origem do processo do Parque,. Diz este que em 31 de Setembro de 2003 foi contactado por Antónia às 21:30 horas, a qual lhe terá contado “uma longa história” sobre uma abordagem feita na véspera pela inspectora-chefe Ana Paula, pedindo-lhe dados sobre um tal Piriquito, um Paulo e um tal Steve, todos eles personagens relacionados com o Parque Eduardo VII.

Segundo Dias André, Antónia disse-lhe que Ana Paula lhe contara que a investigação da Casa Pia estava a ser mal conduzida, que os arguidos estavam inocentes e que lhe prometera algum dinheiro a troco de «alguns elementos sobre indivíduos conhecidos do seu filho Ruizinho e na altura em que aquele foi abusado sexualmente.»

Ana Paula é tida como uma das profissionais da PJ que melhor conhece os meandros da prostituição juvenil. Se o que a prostituta contava era verdade e se existissem de facto esses «elementos sobre indivíduos», porquê então colocar o telefone de Ana Paula sob escuta, em vez de chamá-la a depor e com ela descobrir esses mesmos elementos, que podiam permitir apurar a verdade?

Por isso, a acção contra Ana Paula pareceu sobretudo visar a paralização de acções que pudessem colocar em causa a investigação ao processo da Casa Pia, e o episódio deixa sérias dúvidas sobre se o testemunho da inspectora-chefe não poderia, afinal, descobrir o que a investigação actual do MP negligenciou.

Mas o argumento usado para colocar o seu telefone sob escuta foi o de «favorecimento pessoal». O mesmo tipo de argumento usado contra Ferro Rodrigues, para também colocar os seus telefones sob escuta.

Não obstante a nossa insistência, não conseguimos até ao momento obter uma reacção da inspectora-chefe Ana Paula.

Jorge Van Krieken"

As denúncias do relatório do GOVD, são anónimas, por motivos que facilmente se compreendem até por estes exemplos de arbítrio e terrorismo a que estão sujeitas as pessoas íntegras dentro da PJ... e não só. No entanto, esse relatório é desacreditado e achincalhado (até pelo próprio Krieken), embora haja muitíssima gente que acredita no que lá está escrito. Certamente porque é compatível com a realidade...
Van Krieken tem reputação de ser um jornalista idóneo, cujas investigações não levantam dúvidas... e que, até por isso, é muito atacado pelos conspiradores e seus lacaios, incluindo o Ministério Público. Por isso fica o desafio de descobrir as diferenças entre estes dois textos...